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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Saúde

Distrito Federal no ranking da hipertensão
Pesquisa revela que o DF lidera ranking nacional de homens com hipertensão

Comum, mas perigosa. Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, todos os anos, mais de 150 mil pessoas morrem vítimas da hipertensão arterial. De acordo com pesquisa realizada pela Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônicos (Vigitel), o diagnóstico é maior em mulheres (25,5%) do que em homens (20,7%). No Distrito Federal, o cenário é diferente. O DF lidera hoje, o ranking nacional de homens com hipertensão — 28,8%. Já nas brasilienses o índice é de 18,1%, terceiro melhor segundo a pesquisa. 

A hipertensão atinge cerca da metade da população com mais de 55 anos e é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. Quando grave ou prolongado, o mal pode provocar dores de cabeça, vômitos, dispnéia ou falta de ar, mas segundo Natália Silveira, farmacêutica, a doença é na maioria das vezes silenciosa. “A hipertensão não costuma apresentar sintomas, o que retarda o diagnóstico e, consequentemente, o uso de remédios e cuidados essenciais no tratamento”, afirma.

Para evitar o desenvolvimento da doença, a melhor alternativa é levar uma vida saudável. O mal costuma se manifestar em pessoas com idade avançada, obesidade e com histórico da enfermidade na família, porém a principal causa ainda são os maus hábitos. Abuso de álcool, tabagismo, sedentarismo e má alimentação estão entre os vilões.

A única forma de saber se a pessoa apresenta o problema é a medição de pressão feita regularmente. Segundo Natália a doença não tem cura, mas quando diagnosticada cedo, as chances do paciente de controlá-la sem a intervenção de medicamentos são maiores. “O brasileiro tem por hábito remediar ao invés de prevenir. Com o brasiliense não é diferente, mas o ideal é que o hipertenso consiga mudar seu estilo de vida, adotando bons hábitos”, conta a farmacêutica.

 Confira as principais causas da Hipertensão e as dicas para manter a pressão 12 por 8, considerada normal.

Fonte: Incor.
Por: Ranyelle Andrade

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Saúde

A busca pelo corpo perfeito
Substâncias ilegais estão entre as saídas encontradas por aqueles que precisam de resultados rápidos

As academias estão sempre lotadas, principalmente na época do verão, quando os marinheiros de primeira viagem aparecem em busca de resultados rápidos, pois todos querem chegar à praia com o corpo sarado, músculos definidos e abdômen rasgado. O grande problema é que nada disso acontece de uma hora para outra, e como todos têm pressa, acabam recorrendo aos suplementos alimentares, e muitas vezes fazem uso de substâncias proibidas, como os esteróides anabolizantes. Quem freqüenta a academia sabe que a cada dia aparecem novos suplementos alimentares, que acabam se tornando modismo entre os freqüentadores.

Suplemento que vem sendo bastante procurado ultimamente é o OxyElite Pro do laboratório USPLabs, que é um poderoso termogênico. A principal função do OxyElite Pro é proporcionar a queima de gordura, mas por conter estimulantes em sua fórmula, o atleta acaba tendo um ganho de desempenho.

Guilherme Noronha, estudante, 21 anos, afirma ter usado o termogênico por duas vezes, cada pote possui 90 cápsulas, que de acordo com ele promove um efeito muito bom para quem quer aumento de energia e aquele "up" na disposição para malhar, assim como é propícia ao emagrecimento.

Os ingredientes que compõem esse tipo de produto são basicamente estimulantes do Sistema Nervoso Central, com ação de estimular a liberação de adrenalina. Alguns até possuem função semelhante à desses neurotransmissores presentes no nosso corpo. Essa substância (adrenalina) tem função importantíssima no aumento do estado de alerta, na capacidade de realizar exercício e na mobilização de gordura para servir como fonte de energia. Outros benefícios que os princípios ativos dos termogênicos podem oferecer é a inibição do apetite, por exemplo.

Trata-se de um suplemento proibido para venda no Brasil de acordo com a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Apesar da proibição, o produto é encontrado nos mais diversos sites com preços que variam entre 160 a 300 reais. O produto é contra indicado para qualquer pessoa que possui ou tem históricos de problemas cárdio vasculares.

O importante é sempre consultar um nutricionista para indicação do uso de um suplemento bom e confiável, que não irá prejudicar a saúde.
Por: Priscila lves, Thayara Cristine e Antonio Eduardo Macedo

Saúde

Principal causa de cegueira em pessoas acima de 55 anos, lesão na área central da retina atinge mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo

Cerca de 4 mil pacientes já foram beneficiados com o programa pioneiro para o tratamento da degeneração macular relacionada à idade (DMRI) desenvolvido no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Trata-se da aplicação de injeções intraoculares da substância ranibizumabe para usuários afetados pela doença.

A degeneração macular é uma lesão que acomete a mácula, uma pequena área no fundo do olho na porção central da retina, causando perda ou embaçamento da visão central, enquanto a periférica permanece intacta. Principal causa de cegueira em pessoas acima de 55 anos, ela atinge mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo.

“O tratamento é o que há de mais recente na medicina e atende a cerca de 120 pessoas afetadas pela degeneração macular a cada mês", afirma a médica Ana Paula Furtado Tupynambá, chefe da Unidade de Oftalmologia do HBDF. Segundo ela, o programa da Secretara de Estado de Saúde é referência no Brasil e no mundo e demostra que a rede pública local pode ter serviços gratuitos de excelência.


Medicamento Ranibizumabe é distribuído
gratuitamente. Renata Sousa - SES/DF

Os pacientes são atendidos todos os meses no ambulatório específico de degeneração macular no Hospital de Base. Para receber o tratamento, o usuário deve preencher alguns critérios e ser inserido no protocolo estabelecido e aprovado pela Secretaria de Saúde. A marcação é feita por meio do Sistema de Regulação (Sisreg). O acompanhamento acontece toda quarta-feira, a partir das 13h.
O serviço, implantado em 2009, é pioneiro nesse tipo de tratamento oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além do Distrito Federal, o serviço é disponibilizado apenas pelo Hospital das Forças Armadas (HFA), em Belo Horizonte e em Belém do Pará.

O medicamento usado pelo HBDF é o Ranibizumabe, que é uma parte de um anticorpo. O remédio se liga a uma proteína que está presente na retina (parte de trás do olho sensível à luz). O tratamento reduz o crescimento e o vazamento de novos vasos no olho, processos anormais que contribuem para a progressão da forma úmida da degeneração macular relacionada à idade. O medicamento é administrado pelo oftalmologista no centro cirúrgico como uma injeção no olho (intravítrea) sob anestésico local.

Recuperação

O morador da Gama Francisco de Souza Brito, 72 anos, faz tratamento há seis meses no HBDF. Já recebeu cinco injeções e acredita que recuperou cerca de 70% da visão do olho direito. A função do olho esquerdo ele já havia perdido quando chegou ao hospital devido à DMRI.

Francisco Brito durante consulta. Melhora de 70% da
visão após o início do tratamento. Renata Sousa - SES/DF
“Nem sabia que existia esse tratamento”, relata, explicando que teve conhecimento do serviço por meio de um médico, amigo da família. Segundo sua filha Eliane Brito, que o acompanhava na consulta, “ele não conseguia nem mesmo sair de casa,  ver televisão , caminhar sozinho, fazer pequenas coisas e se integrar socialmente com as pessoas tal o grau de transtorno causado pela doença”.
Idade
Algumas pessoas idosas desenvolvem a degeneração macular como parte do processo natural de envelhecimento do organismo. Os dois tipos mais comuns de degeneração macular ligada à idade são a “seca”, também chamada atrófica, e a “úmida”, também chamada exsudativa.

A DMRI exsudativa é a forma grave da doença e progride mais rápido do que a forma seca. Apesar de representar apenas 10% do total de pacientes com degeneração macular, a forma exsudativa é responsável por 90% das cegueiras causadas pela doença e podem rapidamente levar ao comprometimento da visão. A maioria dos pacientes apresenta perda grave da visão dentro de poucos meses a dois anos, após serem diagnosticados com a doença.

A perda da visão central pode prejudicar atividades como a leitura ou dirigir um carro. Com a progressão da perda visual, o paciente precisa de ajuda para desempenhar atividades da vida diária como fazer compras, cozinhar, utilizar o telefone ou atravessar a rua.
Fatores de risco
Apesar de os pesquisadores ainda não terem definido exatamente todos os processos envolvidos na origem da DMRI já é possível identificar alguns fatores que podem colocar a pessoa em maior risco de desenvolver a doença. O principal fator de risco é a idade. De acordo com algumas estimativas, 25% das pessoas entre 65 e 74 anos têm DMRI ou possuem risco elevado de desenvolver a doença. Entre as pessoas com 75 anos ou mais, 33% têm DMRI.

O fator genético também é muito importante. Pesquisas indicam que pessoas com história familiar de DMRI têm risco maior, o que sugere que alguns casos de DMRI são hereditários.                              

Outros fatores ambientais e comportamentais que podem estar relacionados e estão sendo estudados: tabagismo, exposição à fumaça do cigarro (fumante passivo), gordura na dieta e superexposição aos raios ultravioletas.

Por: Hugo Mendes e Cláudia Cunha

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Saúde

Vacinação Antirrábica atinge 22% dos animais no DF
Resultado da primeira etapa atende as expectativas da Secretaria de Saúde. Próxima acontece no sábado 26/05.


Cão sendo vacinado na primeira etapa.
Créditos: Divulgação/SES-DF

No último sábado, 19, aconteceu a primeira etapa da Campanha de Vacinação Antirrábica, conduzida pela Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES-SF). O principal objetivo da campanha é realizar a vacinação de animais domésticos, especificamente cães e gatos.

Esta foi apenas a primeira etapa da campanha, destinada em especial para moradores de áreas rurais do Distrito Federal. A segunda e última etapa acontece no próximo sábado, 26 de maio, entre 9h e 17h, e atenderá em especial a população residente em área urbana.

Saldo

Nesta primeira etapa da de Vacinação Antirrábica, a Campanha foi realizada em 23 localidades do Distrito Federal ao mesmo tempo. Do total esperado de 245 mil animais, de acordo com dados da Secretaria de Saúde, foram vacinados 53.659, entre cães e gatos, o que evidencia 22% (vinte e dois por cento) do estimado. Diante dos dados apresentados na primeira parcial, a Dival espera conseguir vacinar 50% dos animais domésticos do Distrito Federal até o final da campanha de Vacinação, o que está dentro da média estipulada.

Próxima etapa

No próximo sábado, 26 de maio de 2012, será realizada a 2ª  etapa da Campanha de Vacinação Antirrábica, nas cidades da Ceilândia, Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo I e II, Samambaia, Santa Maria e Taguatinga, onde estão disponibilizados 275 postos de vacinação. Cerca de 600 servidores da Secretaria de Saúde irão atuar nesta segunda etapa da Campanha.

O órgão alerta os responsáveis dos animais sobre a importância das vacinas, que tem como objetivo principal erradicar de vez os casos de raiva entre os cães e gatos. O último caso de raiva canina registrado no DF foi em 2001. Em humanos, a doença foi registrada pela última vez em 1978. A lista com os postos de vacinação pode ser encontrada no site da Secretaria de Saúde.

Mais informações:

Para os que perderam a primeira etapa, ainda é possível vacinar seu animal. Para isso, basta levá-lo até a Dival, localizada no Setor de Áreas Isoladas Norte (SAIN), Estrada Contorno do Bosque, Lote 4, Asa Norte. Telefones para contato: 3341-1900e 3341-2456.

Por: Hugo Mendes

Saúde

Boa postura evita doenças do trabalho

Corpo em equilíbrio é harmônico e economiza energia reduzindo desgaste. Temos a tendência de imaginar que uma boa postura corporal é apenas sentar-se de maneira ereta, utilizar anteparos para digitar no computador ou dormir com a cabeça apoiada no travesseiro, no entanto, o processo é bem mais amplo.


Sandra Teixeira tenta manter a postura
durante o trabalho. Foto: Priscila Alves

A postura do ser humano pode ser descrita como a capacidade de manter uma relação entre os segmentos do corpo. Nosso organismo, através do sistema nervoso, realiza vários ajustes sem que percebamos.

E as adaptações do corpo são resultado de economia muscular, porque o sistema nervoso desliga alguns músculos que não estão sendo usados e liga aqueles que estão sendo solicitados com maior frequência.

Quando não mantemos uma postura adequada em nosso cotidiano, ao longo do tempo surgem dores, cansaço, mal-estar e desconforto, exaurindo a energia para atividades mais prazerosas.


Funcionária de órgão público há dez anos, Sandra Teixeira conta que descobriu recentemente uma inflamação em uma das vértebras da coluna por passar cerca de seis horas por dia na mesma posição. Ela dá algumas dicas, como trocar de cadeira com as colegas de trabalho. Ela também sugere colocar o computador em uma distância mais adequada e ao atender ao telefone evita ficar com os braços na mesa.

De acordo com Valeska Pinto, chefe do serviço médico do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comercio Exterior, essas doenças são indiferentes à idade ou sexo, estão relacionadas a posturas incorretas, principalmente para quem trabalha no computador. Cadeiras mal posicionadas e muitas horas realizando o mesmo movimento são atitudes que facilitam a dor.

Valeska Pinto, chefe do serviço médico
do MDIC. Foto: Priscila Alves.


O uso de saltos altos, de acordo com os especialistas, reduz o trabalho do calcanhar na sustentação do corpo e aumenta a participação da ponta dos pés. Se o salto for muito alto a consequência será mais esforço e cansaço.

Para evitar, devem-se verificar as condições de trabalho e adaptá-las no que for preciso. Por isso, ande o mais ereto possível, encaixe os ombros para trás e olhe acima do horizonte ao andar.


Assista aqui ao vídeo com dicas de postura. Fonte: Youtube.

Por: Priscila Alves, Antonio Eduardo Maciel e Thayara Cristine.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Saúde

Benefícios da atividade física


A prática regular de exercícios físicos acompanha benefícios que se manifestam sob todos os aspectos do organismo humano. Pois traz um fortalecimento esquelético-muscular que auxilia na força, flexibilidade dos ossos e articulações. Em crianças, ajuda no desenvolvimento da atividade motora. Além de todos esses benefícios, a atividade física é uma grande aliada na hora de eliminar aquelas “gordurinhas” indesejadas, pois com a prática a eliminação de percentual de gordura é garantida.

O ideal é praticar exercícios três vezes por semana.
Foto: Antonio Cruz/ABr

Mas, para o educador físico Rafael Rosa, não podemos esquecer que a atividade física traz não só benefícios na aparência física, mas para a saúde também. E ter uma vida saudável, para ele, deve ser o principal objetivo. Praticar atividades físicas regulares reduz o colesterol, melhora o sistema imunológico, combate a diabete, hipertensão arterial e outros.

Para ele, a atividade física pode ser realizada em vários lugares como: academia, parques, escola e em casa. O resultado, entretanto só vem quando se pratica no mínimo três vezes por semana durante 30 minutos, regra válida para pessoas de qualquer idade.

Alongamento
O profissional faz um alerta quanto ao cuidado do alongamento antes de realizar qualquer atividade física. A falta desta prática pode trazer alguns problemas a saúde. “As lesões podem ocorrer por gestos motores realizados incorretamente, onde as posturas incorretas colocam a coluna vertebral e as articulações em descompensação de cargas, gerando riscos de lesões articulares e desvios posturais da coluna. E a sobrecarga na rotina de treino, onde se treina sem permitir que o corpo se recupere adequadamente, leva o corpo à fadiga gerando, assim, a síndrome de super treinamento (overtraining)”, alerta o especialista.


Por: Camila Rosa

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Saúde

Novembro tem dia “D”
Todo penúltimo sábado de novembro é realizado o dia de combate à dengue. No Dia “D” a população de várias cidades se unem contra o mosquito

A sociedade bem que tenta fazer sua parte no combate à dengue. O problema é que não são todas as pessoas que lutam para erradicar esta doença no país, sempre há uma falha no combate. Uma pequena poça de água é suficiente para proliferação do mosquito causador da doença o Aedes Aegypti. Pensando neste descuido de uma parcela da população o governo federal criou o dia da conscientização de combate à dengue, chamado de Dia “D”, que sempre ocorre no penúltimo sábado de novembro.

Durante este dia é realizado em várias cidades brasileiras um mutirão de limpeza que inclui desde uma coleta de tampinha de garrafa PET a uma limpeza completa num terreno baldio. Todas estas iniciativas têm um único objetivo: evitar a propagação do mosquito e evitar que pessoas possa ser picada por ele.

A agente de saúde Marinalva Dias explica que durante a operação Dia “D” a população ajuda bastante no combate, e são os estudantes do ensino fundamental que mais contribuem com a ajuda. “É bom saber que a população literalmente mete a mão na massa para nos ajudar,” diz a agente.

A agente fala da importância do governo do Distrito Federal manter o programa de combate à dengue, “O DF, por exemplo, mantem um programa de combate o ano todo, deve ser por isso que em Brasília diminuiu os números de pessoas com suspeita de dengue”, avalia.

Resultados
 A doença em Brasília por muitos anos deixou de ser uma ameaça, por conta do trabalho dos agentes de saúde. O governo local investe muito no treinamento destes trabalhadores para garantirem a tranquilidade da população quanto a estas endemias. O DF conta com ações integradas com a participação de agentes de vigilância ambiental, militares das Forças Armadas, Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Novacap, Agência de Fiscalização (Agefis) e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). A Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS) já realizou cursos, palestras e treinamentos com a capacitação dos profissionais das regionais de saúde.

Marinalva Dias é uma destas pessoas que foram capacitadas e diz que se sente preparada para ajudar o combate à dengue e identificar possível foco do mosquito. “Com o treinamento que obtivemos me sinto preparada para ajudar e identificar qualquer lugar que ofereça perigo”, conta.

Como agir no combate à dengue:
  • Não deixe água acumulada sobre a laje.
  • Manter o saco de lixo bem fechado e fora do alcance dos animais até o recolhimento pelo serviço de limpeza urbana
  • Manter a caixa d’agua completamente fechada para impedir que vire criadouro do mosquito.
  • Manter bem tampados tonéis e barris d’água.
  • Encher de areia até a borda os pratinhos dos vasos de planta.
  • Lavar semanalmente por dentro, com escova e sabão, os tanques utilizados para armazenar água.
  • Se você não colocou areia e acumulou água no pratinho de planta, lavá-lo com escova, água e sabão. Fazer isso uma vez por semana.
  • Remover folhas e galhos e tudo que possa impedir a água de correr pelas calhas.
  • Jogar no lixo todo objeto que possa acumular água, como embalagens usadas, potes, latas, copos, garrafas vazias e etc.
  • Se você tiver vasos de plantas aquáticas, trocar a água e lavar o vaso principalmente por dentro com escova, água e sabão pelo menos uma vez por semana.
  • Colocar o lixo em sacos plásticos e manter a lixeira bem fechada. Não jogue lixo em terrenos baldios.
  • Lavar principalmente por dentro, com escova e sabão, os utensílios usados para guardar água em casa, como jarras, garrafas, potes, baldes, etc.

Saiba mais:


Por Alex Almeida

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Saúde

Cerca de 9 milhões de brasileiras usam pílula anticoncepcional

Pesquisa aponta peculiaridades quanto ao uso do método. As mulheres brasileiras se mostram cada vez mais exigentes e preocupadas com o próprio bem estar

Imagem: Getty Images.
Certamente a maioria das mais de 7 bilhões de pessoas que habitam o planeta não sabem a importância que a pílula anticoncepcional tem para a humanidade. Desde a década de 50, quando a pílula foi inventada, a sociedade sofreu uma revolução no comportamento sexual de homens e mulheres, o que contribui muito para o modo de vida atual. Em pesquisa publicada pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) no mês de outubro desse ano, constatou-se que a pílula é preferência nacional quanto aos métodos contraceptivos. E indo além, revelou significativas diferenças quanto ao uso do medicamento de acordo com a faixa etária. 


A pesquisa utilizou o universo de mil mulheres como amostra distribuída em 10 capitais brasileiras:  Belém, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador e Porto Alegre. Divididas em dois grupos etários chamados de geração X e Y (18 e 46 anos) e geração Baby Boomer (47 a 65 anos), as voluntárias responderam a um questionário com o objetivo de identificar peculiaridades quanto ao uso do método. Foi comprovado que as mais jovens têm maior adesão com 68% contra apenas 27% da geração Baby Boomer. Casada há um ano, a estudante Sandra Cecília, de 24 anos, é uma representante da geração X e Y: "Eu uso a pílula anticoncepcional por causa da segurança e da estabilidade. O uso é válido, pois podemos controlar nossa vida e projetar nosso futuro, podendo planejar uma gravidez para o momento oportuno".

O questionário respondido identificou também semelhanças quanto ao estilo de vida nas faixas etárias. Na geração X e Y foi revelado que 80% das entrevistadas iniciaram a vida sexual antes do 16 anos, diferentemente da geração Baby Boomer onde 15% começaram com essa idade. O estudo apontou as mudanças na sexualidade da mulher brasileira que na geração nascida até 1965 enxerga o casamento como princípio para a atividade sexual. A maioria dessas mulheres (47%) iniciou a vida sexual entre 16 e 20, muitas em virtude do casamento, contrariando a geração atual, que iniciou a vida sexual, em sua maioria, por iniciativa própria (39% do X e Y).

Para o ginecologista Jarbas Magalhães, secretário da Comissão Nacional da Anticoncepção da  Febrasgo, (Federação Brasileira das Associações de Ginecolgia e Obstetrícia), "a pílula anticoncepcional é o método mais aceito. Apesar disso, notamos que as pacientes jovens estão mais receptivas aos métodos que não precisem ser tomados diariamente. A nova geração pensa no lado prático", afirma. A pílula representa uma imensa transformação social e cultural na humanidade. As relações profissionais foram transformadas definitivamente propiciando à mulher um maior controle sobre a sua atividade sexual. Estima-se que no Brasil 9 milhões de mulheres façam uso da pílula. No mundo o número aproximado de adeptas ao método é de 80 milhões.

Saiba mais sobre o assunto:

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Saúde

Campanhas focam nos tipos mias perigos da dengue


Este ano as campanhas de prevenção contra o mosquito da dengue iniciaram no mesmo período do horário de verão. Exatamente nesta época - meados de outubro - também começa o verão, época em que a incidência de casos aumenta. Entre os estados mais afetados estão  o Rio de Janeiro, onde já ocorreram vários casos de surto da doença, e o Mato Grosso que no ano passado foi um dos estados mais atingidos com vários casos. Neste último, foram registrados, inclusive, casos da dengue subtipo 4 e do subtipo 1, os mais perigosos. As campanhas de conscientização procuram evitar que estes casos sejam reincidentes, já que podem ser considerados estágios mais graves da doença.
 
O diretor de vigilância em saúde da Secretaria de Estado de Saúde, Eugênio Oliveira Martins de Barros, ressalta que este ano as campanhas serão voltadas para a mudança de comportamento da população. “A mudança de comportamento é necessária. A prevenção deve ser constante e não apenas quando a doença se encontra em um estágio de epidemia”, afirma o diretor.

A secretaria de saúde busca com as campanhas que foram lançadas em todas as redes de comunicação uma participação e colaboração de toda a população, com instruções de como se evitar a proliferação do mosquito e enfatiza a importância da visita do agente de saúde, já que muitas pessoas não autorizam a entrada dos agentes em suas residências.

Veja aqui os cuidados que você deve ter para evitar a dengue.

Por: Josiane Sousa..

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Saúde

Meningite afeta algumas cidades do Brasil
No DF, um caso já foi confirmado

Nos últimos dias foram diagnosticados alguns casos de meningite em várias cidades no Brasil. Nos meses de janeiro e fevereiro, só no estado da Bahia, o número chegou a aproximadamente 110 casos: cinco mortes foram registradas, entre estes uma criança de cinco anos que morava em Salvador. O aumento de relatos da doença fez com que a procura pela vacina crescesse, mas, como o acesso ainda é restrito, a maioria das pessoas não tem condição financeira para pagar pela imunização. Como a doença pode ser causada por mais de um tipo, não existe uma fórmula única de vacina para prevenção.  

A meningite meningocócica é a inflamação das membranas que revertem o cérebro e pode se causada por vírus ou bactéria. É altamente contagiosa sendo considerado o caso mais grave da doença. O ser humano é o único hospedeiro desta bactéria. Após o contágio, a doença pode matar em menos de 24 horas. 

Segundo o site Brasil Escola, a doença é tem maiores incidências nos países em desenvolvimento, cidades com grandes números de habitantes que vivem muito próximos. "Tal constatação pode ser justificada pela precariedade dos serviços de saúde e condições de higiene e pela facilidade maior de propagação em locais fechados ou aglomerados. Por este último motivo é que, geralmente, a doença é mais manifestada no inverno – quando tendemos a buscar refúgios em locais mais fechados para fugirmos do frio".

Em Brasília, no início do mês de setembro, uma criança de dois anos deu entrada no hospital de Planaltina com sintomas da doença e foi transferida para o Hospital Regional da Asa Sul com diagnóstico de meningite tipo C.


A aposentada Nair dos Santos levou o neto Wender ao HRP com sintomas que poderiam indicar meningite, mas ele não recebeu atendimento. Foto: Correio Braziliense.


Outras crianças também procuraram o hospital com sintomas da doença, mas não foram atendidas. A médica Iolanda Martins, responsável pela unidade de pediatria do Hospital de Base na Asa Sul, explica que o contágio da doença pode ser pela saliva da pessoa infectada com órgãos de uma pessoa saudável. “Crianças com menos de seis anos de idade, que ainda não tem seu sistema de defesa totalmente desenvolvido, os idosos e as pessoas com doenças crônicas são considerados os mais expostos à doença”, explica Iolanda.

Por: Josiane Sousa

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Editorial

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