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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Tecnologia

O valor do Facebook em dólares
A bolsa de valores recebeu em novembro de 2011 o pedido de oferta pública inicial de ações (IPO sigla em inglês) do Facebook. A estréia da empresa no mercado de ações foi uma das mais aguardadas da década.

A operação pode avaliar o site como valendo até mais de US$ 100 bilhões, segundo a expectativa de investidores do Vale do Silício, região na Califórnia onde estão boa parte das sedes das empresas de tecnologia dos EUA, incluindo o Facebook.

A venda das ações ocorreu no primeiro trimestre de 2012 e o Goldman Sachs parece posicionado para ser o coordenador-líder do IPO para o Facebook. O mercado especula sobre a abertura de capital do Facebook desde que o site alcançou o posto de maior rede social do mundo, ultrapassando o MySpace.

O Facebook, rede social idealizada por Mark Zuckerberg e seus amigos em um dormitório de Harvard em 2004, é uma empresa privada cujas informações financeiras são ínfimas.

Os tipos de ações
As ações oferecidas são do tipo A, que dão direito a um voto por ação. Atualmente, os executivos tem ações do tipo B, que garantem 10 votos cada.

Eles controlarão mais de 96% dos votos mesmo após a oferta pública, com o fundador Mark Zuckerberg detendo pouco menos de 56% do poder de voto.

Zuckerberg, que é dono de cerca de 25% da empresa, deve ser quem mais lucrará com a oferta de ações. Os cofundadores Dustin Moskovitz e Eduardo Saverin também se tornarão bilionários das ações do dia para a noite, assim como o fundador do Napster e ex-funcionário do Facebook Sean Parker.

A empresa de capital de risco americana Accel Partners e o grupo de investimento em internet russo Digital Sky Tachnologies também têm um número significativo de ações na empresa, assim como a Microsoft e o cantor da banda U2, Bono Vox.

Até agora, o Facebook rendeu uma fortuna estimada em US$ 17,5 bilhões a Zuckerberg. Aos 27 anos ele está em 52º lugar na lista dos mais ricos da revista Forbes, que o aponta como o 9º entre os 70 mais poderosos do mundo, atrás somente de estadistas, do Papa Bento XVI, do presidente do BC americano e de Bill Gates.

Zuckerberg propôs reduzir seu salário de US$ 500 mil para US$ 1 em 2013, mas continuará a ser compensado com o rendimento de suas ações da companhia, que seriam cerca de 28%.

Por  Fernanda Lima e Marina Waski.

Fontes:
http://www.popnoticias.com.br/noticias/mundo/entenda-a-estreia-do-facebook-na-bolsa-de-valores-e-o-que-muda/
http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/06/facebook-pode-ser-avaliado-em-mais-de-us100-bi-diz-cnbc-1.html
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1043317-valor-do-facebook-na-bolsa-pode-chegar-a-us-100-bi.shtml

Tecnologia

Uma boa descoberta
Que o Orkut, facebook, twitter caíram nas graças das pessoas não é novidade        nenhuma! A novidade está na inclusão digital das empresas nos perfis sociais

O que era até então visto como um mundo fechado de adolescentes e pessoas antenadas, hoje é um vasto campo para marketing e estratégias comerciais. O marketing digital é uma realidade para o mercado brasileiro. De acordo com segunda edição da Pesquisa Marketing Visão 360º, realizada pelo Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International, 90% das empresas – nacionais ou multinacionais – realizam ações de Marketing no ambiente online.

Grandes empresas passaram a fazer parte das mídias sociais como estratégias de marketing, afinal de contas nada melhor que ter todo o seu público online, e com um custo muito mais baixo que uma propaganda em horário nobre na televisão. Além disso, são necessários profissionais habilitados para responder as queixas, para resolver uma reclamação e até mesmo para tirar dúvidas dos consumidores. Vale a pena lembrar que assim como o perfil na rede pode ser uma vantagem, se for mal trabalhado pode acabar virando um problema.

Mas como fazer para ter uma imagem positiva perante seus consumidores? É simples! Basta não omitir informações importantes, não mentir e acima de tudo não deixar seu consumidor falando sozinho, deixando ele sem respostas!

Nelson Araújo. Foto: Fernanda Sales.
A esse respeito Nelson Araújo, jornalista da empresa FENAAB diz: “Atualmente as redes sociais englobam grande parte dos consumidores da internet e, a partir disso, as empresas podem prospectar uma imagem positiva, com ferramentas baratas e de uso interativo. As redes se mostram mais eficientes do que a comunicação padrão, como TV, rádio, jornal impresso”.

As ferramentas digitais permitem uma forma de relacionamento mais rápida e prática no dia-a-dia, gerando maior interatividade, facilitando a forma de contato e simplificando a troca de informações. Além do contato direto e aberto com as empresas, também é possível fazer novos contatos no mesmo segmento ou na mesma área de interesse, descobrir as características e desejos do seu público-alvo em relação aos produtos e serviços oferecidos. Uma simples mensagem postada pode ganhar um número de leitores superior ao seu mailing, sem restrição de território e de forma gratuita. As redes sociais também são o principal canal utilizado pelas marcas para monitorarem os consumidores no ambiente online.

O relacionamento online entre empresa x consumidores é impulsionado pelas notícias e informações em primeira mão, a oportunidade de participação em concursos e promoções, a troca de experiências com outros usuários e a possibilidade de interagir e dialogar com a empresa. Os empresários precisam orientar o cliente e chamar a sua atenção de maneira criativa. “Não é só para publicar ofertas. Isso todo mundo faz. O empreendedor precisa agregar valor”, afirma Ricardo Pastore, diretor da consultoria de planejamento estratégico Growbiz.

Antes de aderir a uma rede social e fazer dela um instrumento de trabalho, é preciso conhecê-las a fundo, pois como qualquer outra plataforma, merecem devida atenção, conhecimento e cuidado.

Por Fernanda Lima e Marina Tinoco

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ciência e Tecnologia

Redes Sociais e Traição
Facebook e outras formas de integração via web se tornaram lugares de brigas e até separação entre casais.

Antigamente, a suspeita podia nascer de telefonemas, SMS, da fatura do cartão de crédito, do horário a mais no serviço. Agora qualquer rede social pode fazer disparar o alarme. Se alguém comenta as fotografias ou deixa um recado mais íntimo como reage o outro? As redes sociais e as novas tecnologias introduziram algumas mudanças na forma como as pessoas se relacionam umas com as outras e muitas consideram isso um combustível para a infidelidade.

Não há quem não tenha uma história para contar. Basta lançar em uma roda de amigos e aparecem histórias de brigas porque viram algum comentário, ou fotos ou até o ato de adicionar pessoas gera conflitos.

As redes sociais tornaram-se locais de reecontros e de novas rodas de amizades. Histórias de namorados da adolescência ou “ficantes na balada” que se reencontram na Internet, e que, embalados pela intensidade do passado, tentam algo a mais.

O Facebook é a rede social mais popular do mundo, seguido do Twitter e do Linkedin, de acordo com uma pesquisa feita pela Forrester. A rede social criada por Mark Zuckerberg é umas das grandes causadoras de brigas e até divórcios atualmente. A cabelereira Mariele de Sousa e o atendente de telemarketing Roberto de Salles se vigiam mutualmente. “Olho todos os dias”, diz Mariele. Roberto já se prepara quando nota que a namorada está diferente. “Com certeza ela viu algo no meu Facebook e não gostou. É complicado”, afirma.
           
“Espionagem” como serviço



Existem sites que ajudam a pessoa a vigiar o companheiro. O Curioso é um serviço online que copia, de hora em hora, os recados de quem você escolher no Orkut, identificando os recados que ainda não foram lidos. O funcionamento do site é simples. Você cria uma conta, de hora em hora, o Curioso vai “vasculhar” os perfis para pegar os recados. Se você estiver com muita pressa, basta acessar o site e pedir para atualizar.




 Por: Ivo de Sousa



segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Ciência e Tecnologia

Teoria e prática juntas
Semana Nacional de Ciência e Tecnologia conquistou crianças, adolescentes e adultos mostrando a ciência de maneira interessante

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) mobilizou cerca de 170 mil pessoas e contou com atividades como exposições, oficinas, palestras e exibição de vídeos. “Gostei muito de tudo aqui, muito interessante e muitas coisas legais para fazer, adorei o meu sábado”, disse Davi Gabriel (10), estudante da quarta série do ensino fundamental.

Imagem: divulgação.
Em Brasília a feira foi montada no Canteiro Central da Esplanada dos Ministérios, 64 estandes de diversas modalidades encantaram milhares de pessoas que tiveram a oportunidade de prestigiar o evento. O tema desse ano foi “Mudanças climáticas, desastres naturais e prevenção de riscos”. O principal objetivo da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é popularizar o tema, atrair o interesse de mais estudantes para a área de pesquisas e conscientizar os cidadãos sobre a relevância da ciência e da tecnologia no cotidiano.


“Sempre temos uma repercussão muito boa. No ano passado cerca de 150 mil pessoas participaram da mostra. É muito bom ver a criatividade e tecnologia de todos, em especial das crianças, que participam e mostram seus talentos,” disse o analista em ciência e tecnologia José Luís Barros.

A feira sempre revela muitas estrelas da tecnologia, além de ser um instrumento de formação, educação e reforço do aprendizado de crianças em idade escolar. Muitas escolas de Brasília participaram da SNCT. A coordenadora do evento, Cida Neves, explicou que muitos grupos que apresentam bons trabalhos em feiras de ciências da própria escola acabam sendo escolhidas para participarem e divulgarem seus projetos.

Foto: Agência Brasil
A Semana contou com a participação de organizações como Universidades, Institutos de Pesquisas, Escolas públicas e privadas, Secretarias Estaduais e Municipais de ciências e tecnologia e outras.

A 8ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia aconteceu entre os dias 17 e 23 de outubro. O evento foi coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis), e promovido em parceria com governos estaduais, municípios e instituições diversas. Mais de 500 cidades brasileiras participaram da mostra.


Por: Roberta Mrad

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Ciência e Tecnologia

A morte de Steve Jobs e o futuro da Apple
Jobs pode ter deixado projetos que ainda serão executados pela Apple; usuários sentem perda de ícone da tecnologia que causou revolução





Site da Apple, em homenagem a seu fundador, Steve Jobs, morto 5 de outubr
 


Ele está por trás dos portáteis iPhone, iPod, iPad, iMac, da empresa de animação por computação gráfica Pixar, e da loja de músicas iTunes Store. Steve Jobs, morto aos 56 anos vítima de câncer, alcançou o status de ícone da tecnologia da informação, em matéria de inovação e criatividade. Aos 21 anos, na garagem de casa, fundou a Apple, em 1976, que seria conhecida mais tarde por popularizar o conceito do computador pessoal.


A morte de Jobs ainda é motivo de comoção ao redor do mundo. A página oficial da Apple está de luto. Prestaram homenagens o presidente dos EUA, Barack Obama, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, e até o rival, presidente da Microsoft, Bill Gates. Nas redes sociais, sua morte, devido ao grande número de mensagens, tirou do ar por quase uma hora o Twitter.


A imprensa norte americana tem veiculado que Steve Jobs teria deixado projetos a serem executados pela Apple ao longo de quatro anos. Dentre os planos de Jobs estariam atualizações de produtos disponíveis no mercado e lançamentos. No entanto, a Apple não confirmou as informações.

Revolução
Há cinco anos, a Apple entrou no mercado de celulares com o iPhone. O smartphone revolucionou o conceito de celulares inteligentes com sua tela multitoque. Em 2001 a empresa lançou o iPod, um tocador de música em formato MP3. No ano de 2003, com o lançamento da iTunes Store, a Apple também consolidou sua posição no mercado de venda de música online. O iPad criou um nova categoria: tablets. Entre as inúmeras inovações da Apple está o mouse, criado para facilitar o uso de programas e a abertura de arquivos em computadores.


Clientes sentem a perda
“A Apple revolucionou a vida de todos nós, seja direta ou indiretamente”, diz o locutor de rádio Anderson Santos. “Steve Jobs era sinônimo de inquietude e inteligência. É uma perda para o mundo... Um homem que revolucionou o mundo virtual. Infelizmente, uma perda incomensurável”, afirma a universitária Nathália Santiago. O administrador de empresas Celso Costa diz que “o iPhone é o melhor smartphone, sendo simples e objetivo com design arrojado.”


Por: Rafael Silva Costa

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Ciência e tecnologia

Internautas ou "Facenautas"
Pesquisa revela que Brasil mantem-se líder no uso de redes sociais; Facebook lidera preferência com o maior número de usuários

Facebook tem 31 milhões de perfis inscritos
O uso da internet é algo cada vez mais popular entre os brasileiros e principalmente entre os jovens. De acordo com um estudo divulgado pelo Ibope, estima-se que o Brasil conta hoje com 78 milhões de usuários da internet, sendo que deste total 87% utilizam das redes sociais. Dentre as mais populares, o Facebook hoje é a principal delas com 31 milhões de perfis inscritos, de um total de mais de 400 milhões de usuários. O Orkut segue em segundo lugar com 29 milhões de usuários; e o Twitter, o menos popular dos três, possui 14,2 milhões de pessoas no microblog.

A pesquisa apontou que os brasileiros são os que mais passam horas conectados à mídias sociais: cerca sete horas diárias. E não é somente através de computadores - com a popularização da tecnologia dos celulares é cada vez mais comum encontrar alguém "twittando" durante uma viagem de metrô, por exemplo. Pelo tempo conectado, o Brasil hoje lidera o ranking de utilização da internet para sites desse tipo ficando à frente de países como os Estados Unidos e o Japão.
 
Internet e o rendimento acadêmico

Atualmente 96% das pessoas da chamada geração Y (nascidos após 1980) utilizam as redes sociais (de acordo com o instituto Manpower Inc. New York). Isso representa a maioria dos estudantes em nosso tempo. Estudos do ano de 2010 publicados na revista científica Computes in Human Behavior, realizados pelo professor Paul Kirschner, da Open University na Holanda, comprovam o que boa parte dos profissionais de educação já percebem como realidade. O estudo identifica o efeito da multitarefa, o estudante utiliza as redes sociais enquanto faz atividades acadêmicas e por repetidas vezes acessa os sites com o intuito de acompanhar suas atualizações.

Pedro Alves. Foto: Cristiane Damacena

Instituições acadêmicas como também diversas empresas usam de mecanismos de TI da informação para bloquear o acesso as essas páginas em seus laboratórios de informática. Pedro Alves, 23 anos, acadêmico de publicidade considera "um absurdo ter que pedir para a faculdade para acessar o Orkut, Twitter ou Facebook. Nós estudantes de comunicação precisamos desse tipo de ferramenta. Bloquear o acesso não adianta nada pois uma colega me ensinou um atalho para o acesso." O estudante está inscrito nas principais mídias sociais e durante os estudos tem o hábito de não abrir seus perfis nas páginas de relacionamento.

Kamila Scarpele. Foto: Cristiane Damacena.

A estudante de publicidade Kamila Scarpele, 20 anos, é uma exceção em sua geração, pois não possui cadastro em nenhuma mídia social, mas acredita que "a faculdade não devia bloquear o acesso para quem quer mexer na internet. Eu não me interesso por mídias sociais, pra mim tanto faz. Sobre questão de estudar vejo que atrapalha sim, pois se tiver com uma página que me distraia eu não consigo estudar."

Por: Cristiane Damacena

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Editorial

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